Manual do Guerrilheiro Urbano

Manual do Guerrilheiro Urbano

Mini Manual do guerrilheiro urbano escrito por carlos marighela em 69 no qual ainda hoje pode ser muito bem utilizado

Mini Manual do guerrilheiro urbano escrito por carlos marighela em 69 no qual ainda hoje pode ser muito bem utilizado

Baixe agora o manual escrito pelo guerrilheiro Carlos Marighella no qual foi escrito em 1969 ( no qual muita coisa pode ser utilizada nos dias de hoje), para servir de orientação aos membros do movimento revolucionário e Guerilheiros. No livro Carlos Marighella cita táticas de guerrilha urbana a serem empregadas

Não sabemos dizer qual a versão original do texto pois teve diversas versões mimeografadas e fotocopiadas algumas diferentes umas das outras, porem com a mesma ideia

 

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Mutualismo: Um Fator de Evolução – Piotr Kropotkin

Piotr Kropotkin – Ajuda mútua, Um fator de evolução

Mutualismo: Um Fator de Evolução também conhecido como O Apoio Mútuo, é um dos livros escrito por Piotr Kropotkin em seu exílio na Inglaterra em 1902, em grande medida como resposta ao darwinismo social e fundamentando o movimento mutualista como política a adotar. O autor descreveu suas próprias experiências nas expedições científicas que fez durante seu campo na Sibéria para ilustrar o fenômeno de cooperação mutual em comunidades animais e humanas.
Nesse livro, Kropotkin descreve a ocorrência do mutualismo desde nas sociedades de insetos, passando por grupos de animais da mesma espécie até chegar às sociedades humanas. O autor procurou demonstrar que, embora exista competição entre espécies e entre sociedades humanas, dentro de uma mesma espécie e uma mesma sociedade o apoio mútuo é a principal força a garantir a sobrevivência do grupo. Continue lendo

PMs trabalham sem identificação em dias de manifestações.

Qual o intuito deles em estrem em uma manifestação sem nenhuma identificação?

Pm sem identifeicação no manifesto

Pm sem identifeicação no manifesto RJ

Bem provável que coisa boa não ia ser feita


Livro de Errico Malatesta – ANARQUISMO E ANARQUIA

Errico Malatesta – ANARQUISMO E ANARQUIA

Teórico e ativista anarquista italiano.

Teórico e ativista anarquista italiano.

O anarquismo em suas origens, aspirações, em seus métodos de luta, não está necessariamente
ligado a qualquer sistema filosófico.

O anarquismo nasceu da revolta moral contra as injustiças sociais. Quando apareceram
homens que se sentiram sufocados pelo ambiente social em que eram obrigados a viver, que
sentiram a dor dos demais como se ela fosse a sua própria, e quando estes homens se
convenceram de que boa parte do sofrimento humano não é conseqüência inevitável das leis
naturais ou sobrenaturais inexoráveis, mas, ao contrário, que deriva de realidades sociais
dependentes da vontade humana e que podem ser eliminados pelo esforço humano, abria-se
então o caminho que deveria conduzir ao anarquismo. Continue lendo

IV FEIRA ANARQUISTA DE SÃO PAULO

IV FEIRA ANARQUISTA DE SÃO PAULO

A feira Anarquista na edição deste ano, assim como nas anteriores, acontecerá mostra editorial e venda de livros, jornais, revistas, fanzines e outros materiais libertários. A Feira de São Paulo pretende reunir editoras libertárias do país e do exterior.

Paralelamente à mostra editorial haverá dezenas de palestras e debates, assim como diversas atividades culturais, como exposições, poesias, apresentações teatrais, musicais e outras atividades.

Data: Domingo – 10 de novembro de 2013

Horário: das 10h às 20h

Local: Espaço Cultural Tendal da Lapa
Rua Constança, 72 – Lapa, São Paulo, SP, Brasil
Próximo à estação de trem e terminal de ônibus Lapa.

Entrada Gratuita.

COMO PARTICIPAR OU COLABORAR

Grupos, coletivos, editoras e publicações anarquistas interessadas em participar e, ou, expor seus materiais pessoalmente entrem em contato pelo e-mail feiraanarquista(a)gmail.com

Saiba oque é o Anarquismo
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Ação Direta

Ação Direta

Ação direta é qualquer método usado para produzir mudanças desejáveis ou impedir práticas indesejáveis na sociedade, através da intervenção direta dos interessados. A ação direta está em oposição à intervenção através de mediadores, como a eleição de representantes políticos, o recurso a advogados, etc.

Greves, lockouts, bloqueio de estradas, sabotagens e boicotes são algumas táticas de ação direta. Ações de desobediência civil também podem ser classificadas dessa maneira. Por exemplo, quando Mahatma Gandhi e outros indianos fizeram sua famosa marcha do sal indo ao mar coletar seu próprio sal ao invés de comprá-lo do governo colonial inglês, isto foi uma ação direta. Continue lendo

Voto Nulo – Saiba Como votar nas Eleições

Voto Nulo

O maior equivoco do homem, é pensar que um Anarquista é contra algum governo, o Anarquista é contra qualquer governo.

Estamos em um mundo onde perdemos a referência do ser humano, uma democracia que estabeleceu classes e que permite que uma classe de homens, matem a outra de fome e o homem passou a achar isto normal.

Não é necessário ser anarquista para ver este cenário, basta ser humano, usar da razão e mais nada. Continue lendo

Anarquismo e Turismo – Duas palavras que parecem contra partes de um mesmo sistema – Anarco-turismo – Anarkia

Anarco-turismo: o futuro da humanidade idealizada

Por Rodrigo Araújo (Turismólogo):

Anarquismo e Turismo. Duas palavras que parecem contra partes de um mesmo sistema, porém, quando analisadas friamente, são complementações uma da outra. Afinal, ambas pregam a união das pessoas em prol de um objetivo específico, sejam melhores condições de vida ou uma viagem em grupo.

Ambos movimentos surgiram no século XIX. Ambas começaram como uma atividade incerta, sem saber exatamente para onde levariam. Ambas tiveram o seu boom.

Apenas o Turismo sobrevive hoje em dia. Por que será? Muitas teorias podem ser levantadas sobre o “fim” do anarquismo, ou pelo menos seu término da maneira como o conhecemos ou imaginamos ser de sua natureza, com revoltas e mortes. Porém, nem sempre foi assim. Continue lendo

O anarquismo é sindicalista desde o berço – Anarquismo E Sindicalismo

ANARQUISMO E SINDICALISMO

I. O anarquismo é sindicalista desde o berço. O pensamento de Bakunin, Varlin, Lorenzo e seus amigos sobre o papel e o futuro das associações de resistência. – II Evolução do anarquismo: quanto mais anarquista, mais sindicalista. A opinião de Malatesta. – III. Um recuo na França. Reata-se a tradição da Internacional. Pelloutier e o seu apelo aos anarquistas. – IV. A função social das Câmaras do Trabalho ou Uniões locais de sindicatos operários na sociedade comunista libertaria, segundo Pelloutier. – Os militantes anarquistas no movimento operário e a sua influência.

Se procurarmos, não as origens filosóficas do ideal anarquista, nem a filiação do sentimento libertário nas revoltas e aspirações populares do passado – porque isso se perde vagamente na noite dos tempos – mas sim o aparecimento de um movimento anarquista definido, do anarquismo operário com todas as características essenciais que tem hoje, vamos encontrá-lo como expressão do movimento operário, vamos encontrá-lo sindicalist> antes do termo, no seio da Internacional e das associações internacionais de que Bakunin foi o principal inspirador, fundindo e vivificando as idéias marxistas com o pensamento de Proudhon e dos socialistas franceses. Para verificar esta afirmação, basta ler os escritos daquela época, como , por exemplo, os quatro límpidos artigos publicados por Bakunin, por volta de 1869, na Egalité de Genebra, e em 1914 reunidos em folheto pela Vie Ouvrière, sob o seu título original: A Política da internacional. Ou então a brochura de James Guillaume Idéias sobre a Organização Social, na mesma época reeditada em italiano por Luiz Fabbri e depois pelo órgão da União Sindical Italiana – o primeiro para propaganda anarquista e o segundo para propaganda sindicalista revolucionária. Continue lendo

Elaborar uma análise com alguma consistência epistemológica e metodológica sobre as potencialidades do anarquismo para o século XXI não é uma tarefa fácil.

Atualidades

Elaborar uma análise com alguma consistência epistemológica e metodológica sobre as potencialidades do anarquismo para o século XXI não é uma tarefa fácil. A verossimilhança desta afirmação decorre de três fatores fundamentais. Em primeiro lugar as mudanças emergentes nas sociedades capitalistas a nível mundial revelam-se cada vez mais complexas e abstratas e, portanto, extraordinariamente difíceis de interpretar, compreender e explicitar. Em segundo lugar, e não obstante a sua validade heurística como sistema de princípios e práticas sociais, o anarquismo atravessa uma série de contradições e limites, cuja pertinência e admissibilidade é difícil de aceitar pelos seus ideólogos mais intransigentes e dogmatizados. Finalmente, importa referir que os anarquismos que personificam a diversidade teórica e prática da anarquia, se conseguirem realizar uma crítica radical da sociedade capitalista e se conseguirem adaptar uma postura ética e filosófica sustentada pela solidariedade, a liberdade e a cooperação, poderão, no presente e no futuro histórico próximo, potenciar a anarquia e a emancipação social. Continue lendo